Sexo e outras drogas
Contos que vão fazer você ficar com tesão..
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Late to Write ©
Dando o cú a primeira vez e última vez!



Sou Loira, casada, tenho 22 anos, tenho olhos verdes (que chamam muito a atenção), tenho pernas grossa, bunda grande e arrebitada, peitos médios e durinhos, 1,75 de altura e 70kilosSaia com um cara o Fábio que ele é horrível de rosto mas tem um pau que nossa nossa… O Maior que eu já e mais cabeçudo (isso pq já vi muitos)….
Conheci ele quando eu e minha prima (aquela da outra história) estávamos indo para uma balada na primeira semana de Janeiro, era verão e sempre caia aquelas tempestades, nesse dia meus pais estavam viajando, mas eu tinha que ir nessa balada de qlq jeito pq estaria um dos meus grupos favoritos de pagode “Grupo Revelação”, então resolvemos ir de ônibus, era muito simples, era apenas um condução e descia lá perto. Tínhamos que caminha um pouco, quando estávamos na Avenida chegando perto, passou um carro com 3 garotos, só um era bonito, e começou a mexer com a gente, perguntando onde íamos, respondi para onde, e eles disseram que estavam voltando de lá e estava fechado, pq o teto (que era todo daquelas palhas tipo do interior) tinha desabado com a chuva da noite anterior e show tinha sido adiado, não acreditamos, e fomos andando até lá e eles nos seguindo, até que realmente quando chegamos, eles estavam certos…. E derepente começou a chover, não tivemos outra escolha, tivemos que entrar no carro. Eu estava com uma micro-saia, blusa tomara que caía e tamanca, (roupa típica para um pagodão), fomos para um barzinho onde eu bebi seis doses de tequila fora a cerveja (adoro beber) e fiquei muito facinha… minha prima ficou só na cerveja mesmo (sempre combinamos que as duas não podiam beber, para uma ficar sã e poder cuidar da outra), quando fomos ver era madrugada e barzinho ia fechar. Foi ai que disse que eu não ia pagar a conta, daí o Fabio disse que pagaria, mas eu iria ter que paga-lo de alguma maneira depois, disse que não tinha problemas, e fomos levar minha prima para a casa dela e os outro dois meninos para a casa deles. No Caminho da minha casa falei para ele parar o carro em uma ruinha que conheço (já dei muito lá) para conversarmos, começou a pegação.
Ele começou a me beijar maravilhosamente gostoso, desceu a mão para as minhas pernas, e colocou em baixo da minha saia, eu já um pouco exictada pegue naquele volume de baixo do shot de tactel e vi que era imenso, aquilo fez as minha pernas ficarem bambas, e eu gemer com um surruro de tesão enquanto o beijava, ele comentou comigo ainda *gostou?, achou grande* e eu lhe respondi com um gesto: tirei minha calcinha fio dental, esfreguei na boca dele delicadamente, lambi o meu caldinho de excitação e joguei pelo lado de fora da janela do carro. Isso fez com que ele molhasse muito seu shots, daí coloquei a mão dele na minha bucetinha e fiz com que ele batesse uma siririca para mim até eu gozar, pedi para que ele lambesse, e ele obedeceu direitinho, ficou doidinho… Até então eu não tinha tirado o pau dele para fora, daí ele me perguntou se tinha algum Motel por ali na região… Lhe indiquei o caminho, mal entramos no Motel ele estava com o Pau latejando e minha bucetinha estava pulando, na fila de espera, não agüentei, tirei o pau dele para fora e cai de boca, dei umas três chupadinhas ele já gozou na minha boca, percebi que a porra dele estava rala, perguntei se ele namora ele disse que era casado, mas isso para mim não importava mais, já estava ali morrendo de tesão…. Entramos para o quarto, já na pegação, ele subia as escadas me dando dedadas, e tirando minha roupa, quando cheguei na cama já estava sem nada, daí ele foi no banheiro e quando voltou, já estava com aquela cabeçona brilhando para mim novamente, ele começou a se masturbar na minha frente e disse *Agora você vai me pagar a conta de R$380,00 reais do bar* e eu respondi apenas *ok, com todo o prazer*, ele veio para cima de mim e começou a me chupar bem gostozo, forte, apertanto meu grelo e enfiando o dedo no meu cúzinho virgem, novamente gozei muitooooo…. Eu estava fora de mim de tanto tesão, acho que ele percebeu isso e se aproveitou, abriu o frasco de lubrificante que tinha lá para vender e perguntou *Vc é virgem do cú?* respondi que ali nunca tinha entrado nada. Daí ele começou a passa o KY no seu pau e me virou de ladinho, e falou *pois hoje vc vai ver como é bom e porque existe tanto gay na terra*, eu ri mas não sabia se era de medo ou pq estava curiosa com a fala dele… Ele foi passando aquele gelzinho na cabaçona dele e colocando devagar, e eu fui batendo uma siririca para não amarelar… quando fui ver o pau enorme dele já estav todinho dentro de mim. No quarto do motel tinha uma mesinha ele me lecantou com cuidado e me debruçou nela e veio novamente com aquele pau quente e enfiou com toda força, na hora eu gritei de dor e escorreu uma lagrima dos meus olhos, mas depois começou a ficar tão gostoso sentir as bolas dele batendo na minha bucetinha que deixei rolar e pedia para ele meter mais forte, ele perguntou se eu estava gostando disse que sim, daí ele disse para eu esperar um minutinho e veio com um vibrador (daqueles fininhos que parece uma cenourinha) que tbm tinha no quarto * agora você vai ao delírio” e passou gel nele e deitou de brusso na cama e disse para eu colocar no cú dele… Nossa realmente aquilo me excitou… depois de eu bombar um pouco ele me pegou com toda força, me pôs de quatro e introduziu novamente aquela tora em mim, eu toda doidinha já só limpei o vibrador que estava sujo do cú dele e coloquei todinho na minha bucetinha, ele começou a meter tão forte que eu mal conseguia me segurar com um braço só, tive que tirar o vibrador de dentro de mim…. Daí logo ele gritou *vou encher esse seiu cuzinho de porra agora e começou a meter mais forte me segurando pelos cabelos e me dando vários tapas na bunda e eu logo comecei a sentir a tora latejando e jorrando porra dentro do meu cú a dentro… fiquei tão excitada que logo tirei mandei ele deitar e subi em cima dele, com o pau meu duro ainda enfiei na minha bucetinha e sem muito esforço gozei gostoso. Comigo ainda em cima dele, ele começou a meter devargazinho e depois um pouco mais forte, mandou que eu cavalgasse bem gostoso para ele gozar mais uma vez, com isso me senti uma puta e confesso que ali isso me possuiu, meti tão gostoso que pude sentir a tora dele crescer novamente dentro de mim, pude ver a carinha feia dele de tesão (como já disse ele é feio de rosto)… Logo ele me pegou na posição de frango assado, meu cúzinho estava ainda bem aberto, ele fez um movimento que hora entrava na minha bucetinha e hora entrava no meu cúzinho… estava tão gostoso que fui ao delírio… Acho que ele já estava cansando, dái me pegou de ladinho, meteu bem forte na minha buceta e pediu de podia gozar denovo na minha boca, respondi que não, disse para ele gozar dentro, mas que era para ele meter bem forte para eu gozar junto… ele obedeceu direitinho e gozou muitooooooooo… Quando ele tirou o pau dele minha buceta até fez uma barulho de que estava cheio de ar, e cuspiou um monte de porra…
Depois disso ficamos um tempinho na hidro para relaxar, conversamos um pouco sobre nossas vidas, nos trocamos e fomos embora pq já estava amanhecendo, ele disse que a mulher dele ia matá-lo mas que ele daria o cartão de crédito a ela e mandaria ele ir fazer compras que logo ela já estaria abrindo as pernas para ele…. kkkk
No dia seguinte estava sozinha em casa (para a minha felicidade), estava numa ressaca danada, e muita dor no cú…. Dele não parava de sair porra de cor marrom… RS… Só que ele continuava muito aberto… Não sabia o que fazer… Depois de três dias, meu cú começou a doer tanto que fui a um proctologista que consegui encaixe, expliquei que eu havia feito sexo anal (tive que ter muita coragem para dizer isso, mas ou eu falava ou continuaria com a dor) com meu “namorado”, mas como eu estava um pouco bêbada, acreditava que ele tinha abusado um pouco de mim, logo o médico (um senhorzinho) me receitou um remédio que não me lembro o nome mas acredito que era antibiótico e disse que se não melhorasse que era para eu voltar… Mas ainda bem que melhorou… RS
Saí ainda algumas vezes com o Fábio, mas tinha jurado para mim mesma que nunca mais daria o cú, para ninguém, nem por R$1.000.000,00… kkkkkk


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COMI MINHA CUNHADA

Minha cunhada era uma ninfeta virgem mas muito folgosa, sempre gostou de se masturbar e deixar as calcinhas gozadas, dentro da minha mochila.

Ela se chamava Maria e tinha 18 anos, uma buceta imensa e muito peluda, seios pequenos, e muito rabuda.
Um dia ela pediu para que anoite eu fosse no seu quarto, para ensina-la matemática.Fui logo que todos dormiram, e ao chegar, não enxergava nada, a luz estava apagada. Senti uma mão abrindo meu calção, e logo algo quente e molhado esta o lambuzando.
Comi muito aquela ninfeta, e ela fez de tudo, ate q meu pau gozasse lá no seu útero. Sem tempo para respirar, senti denovo, aquela sensação quente, mas dessa vez, tava rasgando meu pau de tão apertado, logo percebi ser o rabinho daquela fêmea.
-Goza la dentro demovo que vou acender a luz, e assim sem exitar fiz o que minha senhora pedia.Ao acender a luz, minha barriga tava cheia de sangue, e meu pau cheio de merda….
Adorei


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A mulher do meu mano

Meu nome é Eduardo, hoje eu tenho 36 anos, sou casado e pai de dois filhos. Mas, quero contar como perdi minha virgindade com aos 16 anos, de forma inusitada: com minha cunhada, mulher de meu irmão mais velho! Na época, eu ainda era muito magricela, entretanto, bastante alto, cerca de 1,80 por aí. E eu tinha uma pica que era motivo de gozação e inveja de meu amigos, moleques como eu: nada menos que 22 cm e bastante grossa, a enorme cabeça vermelha que brilhava no auge da excitação!

Minha cunhada de 32 anos se chamava Morgana e era uma mulher muito bonita, meu irmão tinha muito ciúme dela com os amigos e vizinhos, mas ela era do tipo séria que não dava motivos para isso. Daí eu jamais imaginar que um dia fosse comer justamente a mulher de meu irmão! Morena jambo, cabelos cacheados abaixo dos ombros emoldurando um rosto lindo e jovial ela tinha a boca grande e carnuda, motivo de desejos masculinos. Seu corpo estilo violão tinha seios médios, redondos e durinhos cujos biquinhos pareciam sempre querer furar o tecido de suas roupas, a cintura era fina e os quadris largos formando uma bundona redonda e super arrebitada. As coxas grossas e roliças formavam entre elas um enorme e gordíssimo volume, às vezes espremido pelos shortinhos justíssimos que ela usava em casa. Desde meus 12 anos que Morgana passou a ser a fonte de inspiração de centenas de punhetas, mas eu jamais ousaria qualquer coisa com ela até porque ela me viu crescer já que estava casada com meu irmão havia uns 13 anos, mais os dois de namoro… ou seja: ela me conhecia desde meu primeiro ano de vida!

Morgana sempre dedicou a mim especial atenção até por não terem filho, motivo pelo qual meu irmão jamais poderia imaginar que sua mulher fosse dar justo para mim. A mim também nunca passou pela cabeça que isso fosse acontecer um dia, mas… aconteceu!

Sempre que meu irmão viajava, eu era recrutado para dormir na casa dele para fazer companhia à Morgana e assim foi dessa vez também. Só que ela tinha outros planos! Depois fiquei sabendo que meu irmão não “comparecia” mais com a devida freqüência e que minha cunhada estava um poço de carência além de ser louca para experimentar um cacete enorme o que não era o caso de meu irmão, aliás, o único bem dotado da família sou eu!

Naquela tarde saí da escola e fui direto para a casa de meu irmão onde Morgana me esperava vestida um pouco mais ousada que de costume, ou seja: um shortinho de lycra tão minúsculo que deixava sua deliciosa bunda de fora e espremia tanto a bocetona que chegava a partir ao meio o gordíssimo volume entre as coxas. A míni blusa mal cobria os seios que balançavam livres sem sutiã e cujos bicos insistiam em furar o tecido leve e fino deixando-me alucinado. Ela me recebeu com um abraço apertado colando o corpo macio e cheiroso a banho recém-tomado apertando aqueles seios lindos em meu peito e a testa da xota no meu pau que reagiu de imediato! Ela percebeu, é claro, mas não passou recibo deixando-me vermelho e sem graça! Fui tomar uma banho, pois estava suado, mas também para me “aliviar” um pouco, quem sabe água fria amoleceria meu pau que doía de tão duro! Sob o chuveiro enquanto me ensaboava com o cacetão em riste apontando para o teto, eis que ouço o ruído da porta se abrindo e nem deu tempo de me proteger quando Morgana entrou no banheiro! Ela abriu a boca num gesto de espanto, mas, enquanto gaguejava pedidos de desculpas dizendo não saber que eu estava no banho, não conseguia tirar os arregalados olhos de minha vara que não arrefeceu nem um milímetro! Antes de finalmente sair, ela ainda comentou mais para si mesma: “mas que vara, nossa como é enorme e grosa”!

Demorei mais tempo no banheiro com vergonha de encarar minha cunhada, mas tinha de sair, então vesti uma bermuda jeans pra não dar bandeira e procurei ficar o mais tempo possível sentado! Porém eu percebia que Morgana me olhava de forma “diferente”, com desejo, e isso me deixava apavorado e excitado ao mesmo tempo. Na verdade eu queria vê-la nua, quem sabe foder com ela, mas tinha medo que ela quisesse isso, pois eu não saberia como fazer, tinha vergonha de aos 16 anos ainda ser virgem!

Depois do jantar, Morgana me deixou na sala vendo TV e pediu licença para tomar um banho. A tentação de ir ao seu quarto para quem sabe vê-la nua era forte, mas eu tive medo de sua reação e resisti. Fiz bem, pois ela voltou para a sala usando uma minúscula camisola que foi um colírio e um tormento aos meus olhos de adolescente! Era tão curtinha que deixava suas belas coxas totalmente de fora chegando a mostrar o fundo da calcinha de renda e atrás a bundona morena se mostrava quase que por completo! O decote era tão generoso que deixava até quase os biquinhos dos seios de fora, e eles estavam tão durinhos que furavam o tecido que de tão fino e transparente, mostrava todos os contornos de seu belo corpo de fêmea madura e gostosa! Era a minha vez de mal conseguir tirar os olhos dela e Morgana percebendo, se mexia de forma a “casualmente” brindar-me com visões de seus seios, de sua calcinha, da sua bunda escultural… Então ela começou a puxar conversa que logo desandou para minha vida: perguntou se eu tinha namorada (eu “ficava” com umas meninas), se gostava de beijar, se dava “amassos” nas gatinhas… e finalmente, se já tinha pelo menos visto uma mulher completamente nua! E na maior cara de pau, justificou dizendo que eu estava comendo-a com os olhos, que talvez estivesse com vontade de vê-la nua!

Como eu mal gaguejava qualquer coisa, ficou em pé na minha frente e me desafiou: “Edu, você não quer me ver nua? Não quer ver a mulher de seu irmão totalmente nua, não quer como é uma boceta? Se você me deixar ver esse pauzão de novo, eu te mostro minha xota, quer ver”? eu gaguejava que sim, mas que tinha medo de meu irmão. Ela tranqüilizou-me dizendo que seria um segredo nosso, que ele jamais saberia disso! Foi aí que num gesto estudado foi puxando as alcinhas de sua camisola deixando-a cair a seus pés e me exibindo aqueles seios redondos e firmes com marquinhas nos mamilos de bicos enrijecidos! Sem me dar tempo de refazer-me, ela abaixou a calcinha exibindo-se inteiramente nua para mim, era a primeira vez que eu via uma mulher completamente nua, era demais, comi podia ser tão bela? Aqueles seios rígidos, a cintura fina de quadris largos formando um violão e entre as coxas grossas e roliças, o triângulo gordíssimo de sua xoxota de pêlos negros bem aparadinhos permitindo a visão da rachinha saliente! Meus olhos quase saíam das órbitas e depois de rodopiar sobre si mesma mostrando-me sua tão cobiçada bundona redonda e arrebitada com uma pequenina marquinha de sol, riu dizendo: “pelo visto causei ótima impressão em meu cunhadinho! Gosta do que está vendo, Edu? Quem sabe não gostaria também de tocar em meus seios, sentir a minha xoxota que só seu irmão tinha visto até hoje? Experimente, vem”… Morgana fez que se aproximava de mim, mas parou e pediu: “agora é sua vez Edu, tire essa bermuda que eu quero ver de novo aquela vara impressionante, mostra pra mim, cunhadinho, mostra”… nervoso, mas extremamente excitado, tirei a bermuda junto com a cueca fazendo “saltar” para fora meus 22 cm de nervo duro, ereto com uma rocha! Ela assobiou e aproximando-se de mim, disse que meu pau era enorme, dava quase o dobro da de seu marido e que era lindo! Devagar ela começou a acariciar meu cacetão resmungando “hum, óh, hum”… depois pegou uma de minhas mãos levando-a até seus seios, foi a primeira vez que eu toquei os seios de uma mulher! Gostei e passei a acariciar hora um, hora outra fazendo-a gemer e se apertar a mim!

Morgana enlaçou meu pescoço colando de vez seu corpo macio ao meu fazendo-me sentir a testa gorda de sua bocetinha no meu pau e enquanto fazia com que eu a abraçasse pela cintura, beijou-me na boca, era um beijo muito diferente dos que as meninas me davam, ela sabia fazer as coisas! Depois de algum tempo, ela puxou-me até o sofá onde se sentou deixando-me em pé à sua frente. Puxando-me pela bunda, Morgana colocou meu pau na sua boca e começou a me chupar, sua boca em torno de meu cacete era a coisa mais incrível que eu já sentira, não suportei nem cinco minutos e anunciei que ia gozar. Ela não parou e prendeu meu cacete em sua boca recebendo todos os jatos de pôrra garganta adentro! Minha cunhada engoliu tudo e continuou chupando não permitindo que me pau amolecesse, a seguir ela levou-me para o quarto onde se deitou na cama, abrias as coxas expondo por completo sua xoxotinha pequena e gordíssima pedindo: “agora meu cunhadinho vai me foder, vem comer sua cunhada, vem, enfia esse pauzão na mulher de seu irmão, estou louca pra experimentar outra pica, vem foder a Morgana”!

Fui pra cima dela de vara em riste e ela mesma colocou meu pau no lugar certo, pedindo que eu lhe enfiasse a pica. Fiz como ela mandou e tive o prazer inenarrável de penetrar a boceta de uma fêmea! Ela puxou-me sobre si fazendo com que meu cacetão entrasse tudo na sua xoxotinha apertada. Morgana deixou escapar um grito agudo em meio a frase “aaaaaiiii é grande demaaaaais”, mas enlaçou-me pelo pescoço mexendo embaixo de mim e pedindo que eu mexesse os quadris para que o cacete entrasse e saísse de sua xoxota. Fiz como ela me orientava e fiquei mexendo um tanto desajeitado, mas, socando a vara nela, enfim eu estava fodendo uma mulher, nossa como era emocionante ter uma fêmea nua embaixo de mim, agora eu já era homem! apesar de minha total inexperiência no assunto, Morgana sentia prazer em estar dando pra mim, pois ela gemia acompanhando minhas estocadas dizendo coisas como “óh me fode cunhadinho, aaahh assim, não páre, não páre Eduzinho, enfia essa pica enorme na sua cunhada, óh como é grande, que caralho maravilhoso”… eu só gemia parando a toda hora para tentar manter um ritmo cadenciado e aos poucos eu fui pegando o jeito da coisa, mas aí tinha de parar para não gozar. Embaixo de mim Morgana, gemia dizendo coisas como: “óh me come, ah que delícia de cacete cunhadinho, você está gostando de me foder, está bom foder a xota da sua cunhada, está”… mal respirando eu dizia que sim, que foder uma mulher era bom demais, dizia que ia gozar e ela pedia pra segurar mais um pouco, pois ela queria gozar na vara de seu cunhadinho! Quando enfim ela anunciou “eu vou gozar, óh não páre que eu vou gozar Eduzinho” eu não me segurei mais e estocando rapidamente comecei a soltar jatos e jatos de pôrra quente na sua xoxota ao mesmo tempo em que ela uivava “aaaaaahhhh eu estou gozando, estou gozaaaaando, aaaaaaaahhhh” e mexia a cabeça como uma louca apertando-me com força, mordendo meu pescoço! Depois de encher sua xana de pôrra, eu caí ao lado de Morgana na cama arfando, mal conseguindo respirar: eu havia trepado, tinha comido uma mulher e feito-a gozar na minha vara, nossa, que emoção incrível!

Ficamos algum tempo respirando acelerado, daí ela passou a mão na minha vara e disse: “cunhadinho, você é maravilhoso! Mesmo sendo sua primeira vez, você foi mais gostoso que seu irmão! Nossa, que vara enorme e grossa, você nem imagina o quanto foi bom ser preenchida por ela! Espero que queira foder a Morgana outras vezes”! E ao olhar meu pau já duro de novo, ela se entusiasmou: “uau, já está duro de novo! Ai, que delícia isso! Acho que você vai me foder mais, sim… mas, antes vamos tomar um banho junto, meu gato”!

Embaixo do chuveiro ela deu-me banho deixando meu pau cada vez mais duro, rindo ela dizia “e pensar que já dei tantos banhos em você quando criança, mas, nunca imaginei que um dia fosse trepar com aquele menino”! Eu também a ensaboei, era bom demais tudo que eu estava experimentando. Aos poucos ela foi ficando de costas para mim e encostando-se na parede empinou a bunda abrindo as pernas e expondo a xoxota rachada ao meio. Dengosamente ela pediu: “não quer meter na sua , me come aqui no banheiro meu garanhãozinho, enfia sua piroca na minha xoxota e me foda Eduzinho”! Não pensei duas vezes e cutucando sua xana, consegui encontrar o lugar certo, ela gemeu quando de uma só estocada eu a penetrei profundamente!

Estremecendo ela gritou: “noooossa, que macho potente, enfiou tudo de uma vez! Agora calma, assim, mete mais devagar pra eu sentir cada centímetro, isso, me fode assim Edu, óh como é bom, estou dando a xota pra você, está gostando de comer uma mulher casada, está”… consegui responder em meio às estocadas: “sim, sim é bom demais, enfim estou comendo uma mulher, sua xota é gostosa demais, aaah Morgana, eu estou te fodendo, nem acredito que isso é verdade”… me esforçando pra não gozar eu segurava pela cintura, pelos quadris, daí ela pediu que eu a segurasse pelos seios, que puxasse seus cabelos. Quando sentiu-se dominada, os cabelos puxados enquanto levava vara por trás, ela começou a uivar, gemer alto e logo gozou loucamente ao mesmo tempo em que eu despejava minha pôrra quente na sua xoxota gorda!

Tomamos outro banho e voltamos pra cama onde descansamos um pouco, mas a minha vara teimava em ficar dura! Pudera: era a primeira vez que eu via uma mulher nua, então não dava mesmo pra amolecer o pau!


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Amiga da minha esposa



Ola meu nome ´Fabio ( Ficticio ), tenho 39 anos,loiro, olhos verdes Prof. de Ed. Fisica, sou casado com uma bela morena de 32 anos.A Bel ( Ficticio ) tem uma amiga Sandra que é um tesão de mulher casada, com Marcos e a amizade delas deu inicio com a das filhas na escola. Fomos convidados por um outro casal em comun para um aniversario em um Sitio em Itú - SP, este seria no domingo porem os mais chegados foram convidados a ir no sabado para uma noite de bebidas e churrasco.Estavamos em aproximadamente uns 10 casais e mais alguns amigos e amigas.O forró a cerveja e o churrasco comia solto, e amulherada de biquini na beira da piscina éra uma tentação principalmente a Sandra que tem um senhor rabão é uma delicia de mulher, e as vezes me olhava com um olhar malicioso e tentador.La pelas 2 horas da manha algunhas pessoas começaram a se recolher para dormir inclusive minha esposa, as minhas filhas ja dormiam a muito tempo, ficaram apenas 3 casais e mais uma senhorita e mais dois senhoritos,o Marcos marido da Sandra estava meio alto misturou tudo cachaça,cerveja, caipirinha, e foi dormir quase que carregado, a Sandra ficou sozinha, e eu começei a adimira-la mais explicitamente e ela tambem, a certa altura fui buscar uma cerveja e ela foi atras, na cozinha me perguntou se eu a achava sexy, disse que muito, e ela me perguntou se eu não estava mentindo disse que não, e ela disse que seu marido tinha perdido o tesão por ela e que á 3 meses não a procurava e que estava carente, falei para ela que poderia resolver este problema e éla dando uma de ingênua perguntou como, falei que a hora que todos fossem dormir inclusive nós( iamos só fingir ), iriamos nos encontrar em um local do sitio bem escondidinho, ela topou. Me certifiquei que a Bel estava mesmo dormindo, e estava mesmo pois quando bebe apaga.Me encontrei com a Sandra em um local bem reservado éla disse que todos estavam dormindo e que seu marido tinha desmaiado.Não resisti a beijei gostoso, dando leves mordidinhas em seu pescoço e nuca arrancando suspiros dela, ela não controlando o tesão e o medo pediu para eu colocar logo, dizendo enfia este pinto na minha buçeta meu macho gostoso, a aclmei beijando-a e chupando seus peitos e descendo até sua buçetinha ensopada dei varias chupadas e mordidinhas em seu grelinho, ela gozou gostoso e quase gritou, mas se controlou e ao se recuperar me chupou gostoso, não aguentando o tesão e com medo tambem, a coloquei de costas e a penetrei forte e metia gostoso ora bem forte ora bem fraco, até que não aquentando mais ela gozou e em seguida eu tambem, foi tanta porra que vazou muito da sua buçeta.Fomos dormir e no outro dia fingiamos que nada tinha acontecido, mas o tesão é grande por ela e espero a proxima oportunidade para de novo come-la gostoso.
                    


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PROFESSOR COMENDO GAROTINHA

                 A MENINA DA BIBLIOTECA

          Estava numa biblioteca lendo alguns jornais quando entrou uma garota muito inquieta, não parava em canto algum. falava até sozinha foi ai que percebi que ela estava muito ansiosa. Mesmo assim deixei prá lá. Nisso ela sentou-se na mesma mesa que eu onde estavam mais algumas pessoas, começou a falar comigo, pedindo informações sobre onde encontraria um livro que falasse sobre determinado assunto. Como eu também estava a toa, sugeri de sentarmos em outra mesa onde não atrapalharia ninguém com nossas conversas.
          Logo depois contou que iria prestar concurso e precisaria estudar, como não posso ver ninguém carente e indefesa ofereci ajuda, me propus a dar algumas aulas a ela.
          A principio ela queria que fosse na biblioteca, mas como não teria tempo de ir lá outras vezes sugeri que fosse em minha casa, após um longo papo percebi que ela já estava mais confiante ao meu respeito, então concordou de ir ao meu apartamento, combinamos para o dia seguinte.
          Confesso que naquela noite não dormi, imaginando aquela garota sentada em minha sala e eu a ajudando envolvido em um punhado de livros, me via sempre postado atras dela, sentindo sua respiração e seus cabelos encostados em meus braços. Chequei em determinado momento a ficar com o pau duro , então senti quer seria muito bom ensinar aquela garotinha algumas coisas que aprendi no meu dia-a-dia.
         Conforme combinado ela chegou no horário, apesar de que minha intenção não era dar aula alguma , mesmo assim comecei a passar alguns problemas de matemática, mas como falei minha intenção era outra e comecei a passar a mão nela , ela a todo momento procurava se desvencilhar dos meus contatos, não resistindo comecei alisando seus cabelos, dizendo que eram muito bonitos descendo por seus braços encostei-me meus lábios em seu ouvido, murmurando dize que não teria condições de ensinar nada naquelas condições, puxei sua mão em direção as minhas calças onde meu caralho já estava completamente endurecido, assustou -se um pouco mas sabia que ela também queria, segurando sua mão ela apertou levemente meus pau. Levantou da cadeira e ainda com a mão nele me deu um beijo na boca, abri o zíper da calça tirando meus 22 cms para fora, ao mesmo tempo que ela fazia o mesmo com as suas calças, com o pau totalmente para fora começou a chupa-lo freneticamente e eu já com minhas mãos em seus pequenos seios, pequei a no colo levando para meu quarto, deitei-a de costa onde podia ver ao mesmo tempo seu cuzinho e sua linda buceta, não resisti abrindo um pouca mais suas pernas introduzi minha linguá naquela cu maravilhoso, ela delirava me puxando cada vez mais para dentro de si, rebolando sua bunda em minha boca, virei novamente agora de frente, me colocando num 69, e a safada apesar da pouca idade, sabia fazer um oral como ninguém. Chupava meu caralho ao mesmo tempo que com as mãos segurava meu saco, até que com um dos dedos passou levemente em meu anus, confesso que senti um tesão muito intenso, nisso se ajeitou e foi com sua linguá em direção a ele, deixei.
Ficamos naquela cama por longo tempo, enquanto comia sua linda bucetinha e me deliciava com seus lindos peitinhos, introduzindo meus 22 cms de pau duro naquela xaninha, ela dizia que eu era um ótimo professor que sem duvida já estaria aprovada com uma garota safada. Vendo que ela já estava gozando, tirei meu caralho para fora e inundei sua cara de porra.
         Passado nosso primeiro impacto, nas vezes seguintes com as apostilas na mesa, passávamos horas estudando. Já que teríamos muito tempo, pois ela acabava dormindo em casa, indo embora só no dia seguinte.
         Bem tudo isso teve ainda seu lado recompensado por tanto esforço, ela passou no concurso e hoje exerce um cargo de confiança em uma grande empresa estatal la pelos lados do DF.


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Casada Mama no Carro



Volto aqui novamente para contar outra experiência real que aconteceu.
Sou casada a 6 anos, enfermeira,   morena jambo, 1,68 m, 59 kg, cabelos e olhos castanhos, tenho um corpo bem cuidado por ainda não ter tido filhos, freqüento academia para estar sempre em forma: Seios médios e durinhos ( 89 cm de busto ) cintura fina ( 68 cm ) pernas torneadas e bunda que chama sempre muito a atenção, pois ele é grande e empinada (99 cm de quadril), e com marquinha de biquini. Meu marido tem 37 anos, é um homem bom para mim, atencioso, é funcionário público federal, mas no quesito sexo, não me satisfaz, não é criativo e não sabe a maneira certa de me saciar na cama.
Minha primeira experiência sexual foi aos 15 anos, com um primo bem mais velho que eu, ele tinha 25. Eu gostava dele, mas não queria perder a virgindade, então o safado me fazia chupar ele, e eu acabei tomando gosto por essa prática, e hoje sou uma mulher que sente prazer em chupar um pau, e que sabe a maneira certa de fazer vocês homens gozarem bem gostoso usando apenas minha boca, faço oral por que tenho prazer de ter entre os lábios um pau bem gostoso indo e vindo, sendo eu submissa ás taras masculinas.

        Bem, mas o que quero contar é sobre outra experiência. Não é sempre que entro em salas de bate papo, até por que acho que existem pessoas que só querem brincar, sem um objetivo especifico, mas as vezes acontece de aparecer alguém com algo a mais, e foi o que aconteceu comigo a alguns meses atrás. Eu estava em uma sala de bate papos e comecei a conversar com o “Maduro Malhado”. Conversamos por uns 10 minutos na sala e depois passamos para um meio mais direto que é o msn. O “Maduro Molhado” então virou Paulo, um cara casado, 37 anos, servidor público. Tivemos um papo muito agradável, a principio falando de coisas do dia a dia, moramos ambos em Brasília e ficamos trocando figurinhas. Paulo se mostrou ser um cara culto, inteligente e também bonito, pois trocamos fotos, e apesar dos seus 37 anos, ele tinha um rosto bonito e um físico realmente malhado, mulato com uma cor linda, barriga sarada, pernas com coxas divididas e deliciosas sem muitos pêlos (eu particularmente sou gamada em coxas, adoro, se vejo um par de coxas bem desenhadas, me dá vontade de morder). Paulo também gostou das minhas fotos, tanto que queria me conhecer pessoalmente naquele mesmo dia ou no dia seguinte. Eu apesar de gostar de fazer novas amizades, sou mulher, sou casada e tento manter uma linha de contato que não me traga grandes frustrações e problemas, por isso disse a Paulo que gostaria de conhecê-lo um pouco mais para que pudéssemos criar afinidades e assim o interesse mutuo surgiria naturalmente. E assim foi, ficamos trocando e-mails e falando por cerca de uns 2 meses, onde eu cheguei a ver ele algumas vezes por cam e deixei ele me ver também, o que acho que aguçou um pouco mais essa vontade de nos conhecer. Eu e Paulo já havíamos falado de muitas coisas sobre nossos casamentos, o que queríamos o que gostávamos nossas carências. Paulo claro que tinha deixado vê-lo mais a vontade via cam, ou seja, nu, e eu tinha achado ele super interessante, pois além do corpo gostoso, ele tinha um pau que era uma delicia, 21 cm , uma glande que era bem volumosa e grande, e todo lisinho, uma delicia, e eu confesso que me dava uma vontade louca de poder pegar naquele pau.
        Marcamos então um final de tarde de nos conhecermos pessoalmente em um barzinho que ele conhecia super discreto. Coloquei uma calça jeans bem coladinha, de cintura baixa, sandalinha e um top, sem sutiã, o que deixava meus seios realçados. Quando cheguei ele já me aguardava, nos cumprimentados, ele me elogiou muito. Sentamos, bebemos chopp e conversamos muito, já tínhamos uma afinidade incrível. Ele dizia que estava louco para me beijar, eu também desejava, mas não queria passar uma imagem de tão fácil, mas acabei aceitando o convite para dar uma volta, e então fomos até o parque da cidade, que é uma área muito grande, com parques de diversões dentro, área de cooper, e bosques com muitas árvores. Existem muitos estacionamentos lá onde se pode parar e ficar namorando, e foi lá que ele me levou. Assim que ele parou o carro em um local discreto, com sombra, ele veio me beijar e confesso que foi um beijo delicioso, quente. Ele lamentava o fato de eu estar de calça jeans ( claro que eu havia ido de calça afim de evitar algo que fosse daquele jeito inusitado ), e dizia que eu era malvada, suas mãos percorreram minha cintura e seios, que logo ele fez questão de libertar, tirando minha blusinha. Ele ficou admirando um pouco, dizendo que eram lindos e então passou a lamber eles, um de cada vez, o que me deixava super excitada, minha mão então procurou por cima da calça, estava duro, e eu pedi em seu ouvido:
        - Quero ver seu pau. Deixa eu cuidar dele.
        Paulo então, jogou os bancos do carro um pouco para trás, e abriu sua calça, e tirou para fora um pau moreno lindo, parecia muito maior ao vivo do que pela webcan, a cabeça era grande, saliente e deliciosa, seu saco totalmente lisinho completava toda aquela gostosura. Pedi a ele que abaixasse um pouco mais as calças, pois também queria ver suas coxas, e ele me atendeu e eu pude comprovar que eram lindas. Pedi que ele ficasse quietinho, pois agora eu que daria um pouco de carinho a ele, me arrumei no banco e me debrucei sob o seu corpo, suas mãos continuavam a manusear meios seios. Eu passei a beijar suas coxas, lambi elas, uma de cada vez, passava a língua sentindo seus músculos divididos, mordia de leve, ele já me chamava de casadinha safada. Subi um pouco mais e comecei a chupar seu saco, lambia ele devagar, deslizava minha língua de um lado para o outro, chupava os ovos, colocando na boca. Minha língua deslizou devagar pelo seu pau, sem colocar as mãos, usando só a língua, chegando até a cabeça, que estava molhada, fiz movimentos circulares com a língua em seu pau, Paulo gemia, beliscava meus seios devagar. Minha língua deslizava na cabeça do pau dele, era uma delicia de glande, grande, parecendo um cogumelo. Aos poucos fui engolindo seu pau, devagar, cm por cm, Paulo dizia que eu era uma tremenda safada e que nunca tinha sido chupado daquele jeito. Engoli o pau dele quase todo, o que deixou ele maluco de tesão, dizendo palavrões. Eu sei bem como engolir um pau, adoro colocar ele todo na boca, indo até a garganta, e sei que isso deixa vocês homens malucos de tesão. E foi assim que fiz com Paulo, engolia o pau dele, devagar, e ia tirando, deixando molhado, a cabeça dele deslizando na minha língua era uma delicia. Passei a punhetar sua vara usando minha boca, tirava e colocava na boca, não muito rápido, mas num ritmo cadenciado, como se ele estivesse fudendo minha boca, as vezes parava e lambia seu saco, chupava suas bolas e também lambia suas pernas, ai que pernas, hum, deliciosas. Paulo estava maluco de tesão, pedia para me chupar também e dizia que queria enfiar o pau dentro de mim, claro que estava muito excitada também, e queria sua vara, mas naquele momento, meu propósito era outro, era apenas deixar aquele homem maluco de tesão com minha boca, lábios e língua, e estava conseguindo. Paulo pediu para chupar meus seios um pouco, e eu deixei, fiquei sentadinha enquanto ele mamava, eu estava amando, e batia punheta pra ele, seu pau ficava enorme na minha mão, todo melado, tive que me segurar muito para não ficar nua naquele carro e sentar em cima daquele pau moreno e tesudo. Voltei a chupar seu pau, agora querendo fazer ele gozar bem gostoso. Passava a língua na cabeça como se fosse um pirulito, de baixa para cima, deslizando minha língua, ele urrava, xingava. Eu batia com seu pau na minha cara, esfregava no rosto, nos seios. Enfiava o pau na boca, e deixava por alguns segundos, isso fazia Paulo jogar o quadril querendo que eu engolisse todo, era uma delicia.
        Acho que ficamos nessa deliciosa brincadeira por cerca de uns 40 minutos, eu chupando ele, mamando aquela vara gostosa, lambendo seu saco liso, e mordendo suas coxas grossas, até que ele segurou minha cabeça com força, senti seu pau inchar e então veio uma jorrada forte de leitinho quente direto na minha garganta, saía leite que dava para encher um copo, e eu fiz questão de não tirar seu pau da boca, eu bebi tudinho, cada gota que saiu, Paulo, me xingava, puchava meus cabelos, estava tremendamente eufórico de tesão, e eu em estado de grandeza, pois amo fazer um homem gostoso gozar na minha boca. Paulo gozou gostoso e eu não deixei nadinha melar ele, e isso deixou ele em estado de semi transe, deitado no banco, com aquele corpão enorme jogado. Guardei seu pau, fechei sua calça e ele me beijou gostoso, dizendo que nunca tinha sentido tanto tesão. Claro que ele queria marcar algo para aquela semana ainda, mas eu disse que ligaria pra ele. Ele me levou de volta ao barzinho, onde eu peguei meu carro e voltei para casa, onde meu marido me aguardava, pois queria que eu o acompanhasse em uma reunião de amigos dele, advogados que falam apenas de política. Eu como uma boa esposa, fui, claro.
        Eu conto mais sobre meu segundo encontro com o Paulo depois….
        Gatos que queiram uma amizade com uma mulher super seletiva, sincera e espontânea, e que saibam ter paciência para que uma amizade possa ser construída, me escrevam, podemos trocar e-mails bem gostosos, falar sobre nós, sobre desejos, fantasias, sobre tudo. Você que é casada ou casado e também deseja trocar confidências, estou aqui pra conversar.
        Tenho verdadeira atração por homens de pele morena, mulatos e negros, e também homens malhados, coxas grossas, e um pau tesudo e gostoso.
        Beijos … .


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Fátima, minha vizinha

Minha vizinha vivia em casa, fosse por uma razão ou por outra. Ora era usar o computador, ora o telefone estava com problemas, outra vez estava sem chave e precisava esperar sua mãe chegar. Sei que isso era motivo de imensa alegria e prazer para mim. Em geral, muito prazer…

Nós não tínhamos exatamente um caso, pelo menos não de modo constante e regular, mas virava e mexia pintava um clima entra a gente, nessas visitas dela. Acho que muitas vezes ela arrumava algum pretexto, só para fazermos uma bagunça. As vezes rolava uma bela trepada, outras ficávamos só nuns amassos, outras vezes ainda eu era brindado com uma chupeta fenomenal. O fato é que nos dávamos bem para cacete na cama. Talvez a razão de nunca termos tentado ficar juntos fosse justamente isso. Trepávamos, e era tudo. Fora isso, cada um tocava a sua vida.

Naquela tarde, para variar, ela estava sem chave. Tocou a campainha, me pegando no meio de um trabalho no computador. Abri a porta já pressentindo que iria me dar bem. Sentamos na sala, e ficamos vendo TV por um tempo. Uma hora ela se levantou para pegar amendoim na mesa, empinando sua bunda bem na minha frente. Ela usava uma calça de sarja, fininha, e na hora meu pau pressentiu boas novas.

Pegando o amendoim ela emendou:

- “Humm… Amendoim?!? Está precisando de reforço, é?”

- “Com uma bunda dessas na minha frente, não preciso, não!”

- “Deixa minha bunda em paz…”

Sentei atrás dela e a puxei para meu colo, fazendo-a sentar-se sobre mim. Comecei a alisar seus seios, enquanto punha a outra mão sobre sua xoxota.

- “Deixo, nada! Faz tempo que eu quero comê-la, e você fica regulando…”

Ela era safada, e virando o pescoço começou a me beijar. Mexendo a cintura, e me excitando falava:

- “Querendo comer minha bundinha? Que coisa feia… Você é muito assanhado.”

Minha mão já estava por baixo da sua blusa, e meus dedos seguravam seu bico intumescido. Meu pau crescia embaixo dela, enquanto nossas línguas se enrolavam. Na verdade, o que começara como uma provocação tinha um grande fundo de verdade… Embora já houvéssemos feito muita putaria em matéria de cama, ela nunca dera o rabo para mim. E que rabo. Sua bunda era decididamente uma delícia. Redondinha, firme, no tamanho certo e sempre arrebitada, ela sabia que eu era louco por ela. E não dava de sacanagem. Tinha que ser hoje.

Levantei a blusa dela, e comecei a chupar seu seio, enquanto ela abria meu zíper e tirava meu pau para fora. Logo começou a alisá-lo para cima e para baixo, deixando-o ainda mais duro. Eu alisava a sua perna e sua bunda, e já delirava imaginando meu sonho realizado.

- “Cacete, isso aqui está duro… Acho que você não precisa de amendoim, não.”

Falando isso, ela abaixou sua cabeça e colocou meu pau na sua boca. Sentir o calor da sua boca ao redor do meu pau foi o estalo que faltava para me deixar tarado. Levantei, tirei a minha calça, e de pé, em frente a ela, comecei a socar meu pau na boca dela. Segurava sua cabeça, e a fodia compassadamente. Meu pau crescia e ficava cada vez mais duro. Pensei em ficar ali, fodendo aquela boca, até me acabar em sua garganta. Mas existia mais para fazer.

Antes que eu enchesse a boca dela com meu leite, interrompi a chupeta e levantei-a, abrindo a sua calça enquanto a beijava. Quando a sua fina calça caiu, pude ver, por cima do seu ombro a minúscula calcinha branca cobrindo o meu objeto de desejo. Alisei sua bunda, primeiro por cima do tecido da calcinha, e logo por dentro dessa, sentindo a maciez da sua pele. Tocar sua bunda era sempre um prazer imenso. Deslizei meu dedo pelo seu reguinho, e cutuquei de leve seu cuzinho. Mordendo minha orelha ela falou:

-“Para com isso… deixa meu rabo em paz!”

Mas ela falou isso com a língua em minha orelha, e apertando meu pau. Era hoje!!!

Me ajoelhei em frente a ela, tirando a sua calcinha e sentindo o perfume da sua xoxota, demonstrando que ela também estava excitadíssima. Colocando uma das suas pernas sobre meu ombro, e comecei a chupá-la. Logo ela estava gemendo, segurando minha cabeça entre suas pernas. Acabamos de tirar nossas roupas e deitamos no sofá, iniciando um meia-nove. Ela deitada sobre mim, segurava meu pau para cima e fazia-o desaparecer em sua boca gulosa. Enquanto isso, eu passava a língua na sua bucetinha, e brincava com meus dedos, penetrando-a.

Logo resolvemos partir a foda. Ela virou-se, ficando de frente para mim, e segurando meu pau encaixado na sua xoxota, começou a descer e subir sobre ele.

Eu segurava-a pela cintura, puxando-a de encontro a mim, e logo estávamos fodendo rapidamente. Sua buceta quente parecia morder meu pau. Minha mão alisava a sua bunda, enquanto ela colocava seu seio na minha boca. Ficamos uns minutos assim, e era claro o tesão dela crescendo.

Comecei a brincar com o dedo no rabo dela, e ela foi ficando cada vez mais excitada. Logo estava falando bobagens no meu ouvido, e acelerando o ritmo, em pouco tempo gozou sobre mim.

Fomos diminuindo o ritmo. Ela deitou ao meu lado, e ficou brincando com meu pau, duríssimo. Mexia nele, me provocando, me punhetando. Coloquei ela deitada sob mim, de pernas abertas, e encaixei meu pau novamente na sua xaninha.

Recomecei a bombar, a princípio lentamente, e aos poucos aumentando o ritmo. Ela logo recomeçou a gemer. Eu já me segurava para não gozar, de tanto tesão, mas queria prolongar aquilo ao máximo. Eu sabia que para conseguir meu intento ela precisaria estar ligadona. E segui fodendo aquela gata gostosa. Percebi que não daria para segurar muito tempo mais, e resolvi curtir uma das coisas que mais gostava de fazer com a Fátima: comê-la de quatro, encoxando aquela bunda que tanto me excitava.

- “Vem, vira…”

- “Não… o quê você pensa que vai fazer?”

- “Relaxa… só quero comer você de quatro. Vem, você sabe que eu gosto. ”

- “É… mas hoje você está cheio de idéias! Nem pense nisso, hein.”, disse isso já virando.

E ai foi o olhar que a denunciou… O jeito como ele olhou para trás, com aquela cara de safada que ela fazia quando queira me instigar, e a piscadinha discreta, que me deram a certeza: Hoje eu comerei aquele rabo.

Olhei para baixo e fiquei tarado, como sempre, pela sua bundinha redondinha, e sua marquinha de biquíni. Comecei a esfregar o pau naquele rego, encoxando-a, provocando-a. Passei a cabeça do pau do seu buraquinho, de propósito, mesmo sabendo que não era a hora, só para provocá-la. Do jeito que eu estava, se tentasse comer o rabo dela gozaria na hora. Eu queria curtir cada momento daquela foda.

Coloquei o pau na sua buceta e comecei a bombar. Ela também adorava aquilo, e logo começou a gemer junto comigo. Ela era muito gostosa, e estava foda segurar. Alguns minutos assim e eu sentia meu como se fosse explodir. Avisei ela que eu iria gozar.

- “Vem, gata… põe a boca aqui que eu não agüento mais!!!”, foi como ligá-la na tomada! Como aquela garota gostava de porra.

- “Me dá! Vem, goza na minha boca…”

E dizendo isso ajoelhou na minha frente, segurando meu pau na direção da sua boca. Tirei a mão dela e batendo uma punheta, apontei para o seu rosto e explodi em um gozo melado. Meus jatos pegaram seu rosto, boca, cabelo, enfim o quê estava pela frente… Não satisfeita, ela ainda pôs meu pau na boca e ficou sugando-o, deixando ele brilhando.

-“Cacete, que gozada!”

- “Viu? Nem precisou comer minha bunda para ser bom.”

-“Quem te disse que acabou? Vamos fazer isso agora, com calma.”, disse passando a mão na sua bunda gostosa.

Ficamos brincando um pouco, deitados de lado no sofá, eu alisando a bunda dela, e ela alisando o meu pau. Logo meu dedo estava cutucando o rabo dela, e meu pau começava a dar sinal de vida novamente. Resolvemos que aquilo precisava de mais espaço, e subimos para o quarto dos meus pais. Na escada, aproveitei que ela ia na minha frente, e segurando a bunda dela na altura do meu rosto, enfiei minha cara ali. Comecei a beijá-la, chupá-la e lamber suas nádegas, e afastando-as, coloquei minha língua no seu cuzinho.

Ela rebolava sua bunda na minha cara, e eu já não via a hora de botar meu pau lá dentro. Chegamos ao quarto, e eu a deitei de barriga para cima na cama. Abri suas pernas e cai de boca novamente na sua xaninha. Enquanto chupava-a, fui introduzindo primeiro um, e depois dois dedos no seu rabo. Ela gemia feito louca. Meu pau já estava duríssimo, de novo. Passando por cima dela, coloquei-o na altura do seu rosto. Ela mais do que depressa o abocanhou, e começou um novo boquete.

Mas estávamos lá para outra coisa… Virando-a, coloquei-a de quatro, com a bunda bem empinada.

- “Vai devagar… Se doer, eu paro.”

Ignorei… Esfregando meu pau na entradinha, sentia que ela rebolava deliciosamente. Encostei a cabecinha e fiz uma pressão. Meus dedos e monte de saliva já haviam facilitado a entrada, e de mais a mais, claramente não era a primeira vez que ela fazia isso.

Logo minha cabeça estava dentro do cuzinho dela. Segurei sua cintura e gentilmente comecei a me mexer, enfiando a cada estocada mais um pouco do meu na sua bunda. Ela gemia baixinho, mas não fazia menção a reclamar. Logo levantou os ombros, e safadamente começou a mexer a cintura com mais vontade.

- “Assim que você queria me comer? Vem… fode minha bunda!”

Os últimos centímetros que faltavam do meu pau foram devidamente empurrados para dentro do cú dela. Que delícia sentir meu corpo encostar na bunda dela. Passei a meter forte, tirando mais da metade do pau, e pondo de novo.

Ficamos assim longos minutos, com o tesão crescendo cada vez mais.

Sua bundinha redonda, desenhada por uma marquinha de biquíni deliciosa, engolia perfeitamente meu pau duríssimo. Enfim, meu sonho de consumo estava se realizando, e aquilo era uma delícia. Pouco a pouco meu pau foi ficando, se é que isso era possível, cada vez mais duro, e o gozo era eminente.

Em mais algumas estocas tornou-se impossível segurar mais. Saquei meu pau do seu cuzinho e apontando para sua bunda, gozei. Gozei longamente e, a despeito da distância, errei a sua bunda. O tesão era tanto que meus jatos de porra passaram direto por cima da sua bunda, indo bater no seu cabelo. Os seguintes foram caindo sobre as suas costas, fazendo o que a Fátima definiu como um “banho de leite”.

- “Olha só o quê você fez comigo… Estou encharcada!”, reclamou ela, em tom de falsa bronca.

Ela precisou de um banho rápido para poder sair, enquanto eu ficava rezando para não chegar ninguém, já que seria impossível explicar a presença dela no banheiro de casa, mas no final tudo deu certo.

-“Bem, finalmente consegui comer sua bunda, hein… Que dificuldade. Por quê você regulou por tanto tempo?”

-“Meu cuzinho não é para qualquer um… Você tem que merecê-lo!”, disse ela, me provocando.

- “E agora? Eu finalmente passei a merecê-lo, sempre que eu quiser?”

- “É, não posso negar que você mandou bem… Quanto ao futuro, vamos ver. O importante, se você quiser fazer isso de novo, é continuar me fazendo gozar gostoso. E ai, vai tentar?”

Ahhhhh… olhem, decidamente eu comprei essa aposta.


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Cumida pelo Cunhadinho

Sempre tive uma relação legal com o meu cunhado, nunca passou pela minha cabeça, acontecer alguma coisa entre nós dois. Bom vamos ao conto:Um dia meu cunhado tava no computador,olhando uns sites, ai eu cheguei perto dele e disse que queria mostrar uns videos pra ele, e eu fiquei na frente dele , ele estava comendo um sorvete e começou a passar nas minhas costas, e ficava chupando o sorvete que ele tinha lambusado em mim, mas no começo era so brincadeira e com um tempo as coisas foram esquentando e eu começando a sentir um prazer, quando notei ele começou a se esfregar em mim, ficava passando aquela rola dura e grossa em mim, e eu rebolando ,depois passou a mão na minha bunda e disse que tinha muito tesão por mim, a sensação era tão boa. Ele colocou a mão por dentro do meu short e ficou alizando o meu grelinho, colocou o pênis pra fora e eu comecei a bater uma punheta pra ele, depois ele se agachou no chão, e ficou enfiando o dedo na minha boceta e mordia minha bunda, me chamava de gostosa, mas decidimos parar por que alguem podia aparecer.

Quando foi a noite, ele chegou aqui em casa, conversamos na frente da minha irmã,como se nada tivesse acontecido, quando a minha irmã sai, ele vem me beijar e então me leva pra area de serviço me coloca em cima da maquina de lavar roupa, e chupa a minha boceta, era uma delicia sentir aquela ligua quentinha dentro da minha boceta que tava encharcada, meu cunhado começa a enfiar a rola na minha boceta, pensei que não ia aguentar aquela rola toda em mim, ele me arrombou todinha e foi uma sensação deliciosa, sentir ele metendo em mim, depois me vira de costas e coloca de quatro que é a minha posição preferida e meteu mais rola em mim. Gosamos como dois cachorros no cio, e não tem melhor, a rola do cunhadinho é muito gostosa, sentar nela é otimo.


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Meu Colega Comeu Minha Namorada



Minha gata é linda, tem um par de seios do tipo pêra, com grandes aureolas rosas e biquinhos que sempre estão durinhos de tesão. Ela é morena bronzeada do sol e na praia usa fio dental com sutiã do tipo cortininha que geralmente eu fecho de tal forma que somente os biquinhos ficam cobertos e as aureolas aparecem chega até parece que os peitos querem saltar para fora do sutiã. Quando ela tira o sutiã fica aquela marquinha que me deixa de caralho duro. A bunda dela é um monumento e também fica bem marcada pelo sol de forma que faz um V branquinho contrastando com a pele bronzeada do sol. Fico muito arretado quando percebo que outros homens a comem com os olhos e assim foi se criando uma fantasia de ver ela fudendo com outro cara. Numa vez que estávamos num 69 daqueles comecei a fantasia que o meu caralho que ela chupava era de outro cara e aí foi que mandei língua naquele grelinho que ela teve logo um orgasmo. Continuando a foda ela muito excitada ouvia eu dizer que era um massagista contratado para fazer massagem em madames e estava fazendo uma nela, senti que sua buceta ficava encharcada ouvindo esta estória. Continuando a massagem passei as mãos por sua barriga e pelos biquinhos dos peitinhos que estavam duros, somente meu caralho estava mais duro que eles. Depois fingindo que era mesmo um massagista que estava ali, apelei para o cara dizendo que a massagem era muito ousada que ele afastasse a cabeça do caralho do clitóris dela, pois estava massageando com ele e não com as mãos. Foi uma foda deliciosa terminando perguntei se ela queria experimentar realizar de verdade aquela fantasia. Ela ficou de bico e fez greve de sexo por uma semana, mas como gosta muito do meu caralho que quando duro mede 20 cm de comprimento por 15 cm de circunferência antes do final de semana já voltamos a transar. Ela apesar de exibicionista é muito careta. Eu tenho um colega de firma que tem uma mulher muito gostosa, loura de olhos azuis, uma maquina ela é apenas dois anos mais velha que minha gata. Estava eu pretendendo arrumar um jeito para transar com aquela gata, mas não estava conseguindo. Este colega ia viajar na semana seguinte para Campo Grande e logo eu bolei um esquema. Falei que também precisava ir porque minha mulher queria visitar uns parentes que moram lá. Ficou tudo acertado e como a mulher dele que está de bebê mamando, não podia viajar, fomos apenas nós três. A viagem era longa e fomos conversando e aos poucos a conversa ficou um pouco mais reveladora. Ele falou que estava há três meses sem transar e que varias noites acordava todo esporrado pelos sonhos eróticos. Notei que minha gata ficou ouriçada quando ouviu esta revelação e o comentário que fez foi excitante. Ela disse que mesmo com bebezinho novo a mulher pode aliviar a tesão de um homem de varias formas. Finalmente chegamos no hotel e no dia seguinte fomos visitar clientes e minha gata ficou na piscina dele se bronzeando. Depois da primeira visita fomos tomar um lanche e eu disse para meu colega que no dia seguinte ia pra Aquidauana e lá pernoitaria e que ele acompanhasse minha gata no almoço e no jantar e que lhe servisse um vinho branco seco e gelado que ela gosta nessas ocasiões. Notei que ele ficou alegre e excitado com essa abertura. Sei que quando ela toma uma taça de vinho fica mais solta e não há que resista a tentação. Como combinado no dia seguinte viajei de fato e deixei os dois em Campo Grande. Meu plano deu certo e isto fiquei sabendo porque quando voltei ambos estavam desconfiados e a noite quando nos recolhemos para dormir após um jantar regado a vinho branco notei os olhares entre os dois e logo parti para as preliminares fazendo minha gata subir pelas paredes e no auge do tesão, apertei a gata que se abriu e contou a transa entre os dois me pedindo perdão. Claro que perdoei e dei a foda mais gostosa até então pedindo para ela me contar detalhes, meio sem jeito ela foi se abrindo e finalmente contou os detalhes dizendo meu amor aquele teu colega tem um caralho maior e mais grosso que o teu. Deve ter pelo menos uns 25 cm ele fode muito bem estava muito excitado e eu também minha buceta parecia um lago de tão molhada que ficou e assim, aquele caralho me penetrou a principio doendo, mas depois ficou gostoso. Finalmente somente sofri mais um pouco quando ele penetrou meu cú com aquele caralho parecido com o de um jumento e todo lambrecado pelos meus líquidos vaginais. Não gostei muito foi do 69 que fizemos porque aquela rola grossa com aquela chapeleta imensa mal cabia na minha boca e quando ele se esporrou eu me engasguei com tanta porra. No escritório conversei com meu colega lhe informando que minha gata tinha me contado todo lance entre eles. A principio ele ficou encabulado e a apreensivo, mas logo o tranqüilizei dizendo que para mim foi ótimo o que aconteceu e que eu também sonhava em ter uma seção de foda grupal no caso eu minha gata, ele e aquele avião. Ele concordou e ficou bem excitado e agora está tentando convencer aquela potranca da mulher a uma seção de sexo grupal, para fazermos um swing e ele já está tentando bolar o esquema para realizar esta fantasia. Talvez na próxima semana aconteça.

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A Vez de Carla Sentir a Rola G. G. de Meu Primo!

Não fiquei chateada com Carla por haver acontecido o que ocorreu em seu apartamento, naquela ocasião. Confesso, porém, que o fato de seu marido (George) haver-me comido o cuzinho – até então virgem – , provocaria em mim um desejo de vê-la fodendo com meu primo, Renato, sobretudo sendo fodida fortemente pela pica roliça e muito grossa dele, em seu rabinho.

Renato chegara, do Piauí, ao início do mês de julho, estava de férias da faculdade. Estava hospedado em meu apartamento e logo deveria conhecer Brasília, em especial durante a semana, já que meu marido não poderia acompanhá-lo. Então, nesse caso, eu deveria fazer isso, para minha sorte…

O meu plano era muito simples: convidar Carla para nos acompanhar, não deixando margem a algum falatório de meu marido, bem como oportunizar o que eu havia tramado para Carla.

Dia chegou, quarta-feira, e Carla nos pegou em casa. Renato encontrava-se no banco traseiro do carro, enquanto eu lhe apontava os pontos turísticos daqui. Em alguns deles nós saíamos do carro, e, nesse sai e entra, antes de anoitecer, me pus ao seu lado, deixando Carla sozinha na frente, dirigindo, tal como motorista profissional – coisa de que não gostou.

Já cientes do que iria acontecer, pois, antes de sairmos, eu e Renato conversamos sobre o plano, começamos a nos beijar, ardentemente, e Renato, muito guloso, amassando meus seios, inclinando-se, colocou-me por cima dele.

Catei-lhe a barriga, por baixo da camisa, e iniciei com algumas lambidas, compassadamente, observando Carla, que, vez por outra, nos olhava, um pouco espantada.

Comecei a amaciar aquela jeba, por cima do short, o que, rapidamente, chamou atenção de Carla, que, intercalando o olhar, dividia-se em dirigir e a observar-nos.

Não mais suportando o tesão e a expectativa, pus à mostra aquela imensa rola: grande e muito grossa, com veias protuberantes e um talo também grosso encorpava-a, ainda mais, desde seu saco até o início da glande.

Renato gemia baixo, retirando a atenção de Carla. Ao perceber tudo aquilo, Carla logo se manifestou:
– Meu Deus…Juliana…estamos em via pública…você está masturbando seu primo…
– Olha essa rola, Carla…não é uma delícia? – argumentei.

Fazia movimentos na rola grossa de Renato, esfolando-a, punhetando-a, lentamente… Olhava para Carla e não havia dúvida de que ela estava com a buceta molhada, apenas contemplando aquela pica roliça de Renato. Carla observava a rola e olhava, rapidamente, para o rosto de Renato…

Então, comecei a lamber sua rolona, a partir do saco. Lambia-a com muita vontade e Carla olhava com desejo já….
– Ai… Carla… vamos a um motel, logo… – falei-lhe, continuando a mamar aquela rola gostosa, chibata, como dizem no Nordeste.

Carla não falava mais. Renato passou a dirigir. Pus uns óculos e o boné de Renato, ficando ao seu lado, enquanto que Carla passou ao banco traseiro do carro. Carla não queria entrar, sugeriu ficar dentro do carro, coisa que eu retruquei de pronto. Ela entrou, mas disse-me que não iria participar…

Joguei Renato na cama, abrindo-lhe o zíper do short, pondo seu cacetão pra fora… Antes de mim, Carla se prontificou:
– Ufa!…que é isso…que rola jumenta…meu Deus, Juliana… é demais mesmo… nossa mãe!
Gostou Carla? – perguntei a ela.
– Nossa… tá louca, Juliana…é uma picona… parece com um pepinão…Deus do céu…
Vem… senta aqui…vem menina, já estamos aqui mesmo… – Disse-lhe, esfolando o rolão de Renato.

Um pouco acanhada, ela sentou-se ao nosso lado. Renato continuara deitado, e eu de um lado e Carla de outro. Ela não tirava os olhos da rola dele, enquanto eu a exibia com prazer, tocando uma punheta bem gostosa. Peguei na mão direita de Carla e a pus sobre a cabeça vermelha da rola: - Uiê…noss….tá muito quente…é muito grossa… – já agarrando a rola pelo meio, e esfolando em seguida: - nossa…puts! que pau hein? – disse ela, olhando para Renato.

Coitada de minha amiga, não resistiu: caiu de boca, mamando e, para minha surpresa, ela gemia como uma louca, percorrendo toda a extensão do roliço pau: - hummm…hummmm…hummm…hummmm….ôrraaaaa…hummmm…hummmm…

Ela não me repassava aquele cacetão, tamanha era a gula…
Coloquei minha xoxota à disposição de Renato, esperando minha vez de mamar sua rolona. Ele mamava minha xota e bolina a de Carla que, com tanto tesão, rebolava já de quatro na cama, mamando aquela picona. Carla, em êxtase, revirava os olhos chupando o mastro grosso, e quase berrando, não parava de rebolar aquela bunda linda e tesuda. Eu, inesperadamente, comecei a tapear o bundão dela, depois passei a amaciá-lo. Minha xoxota fervia de tesão.

Dei um leve “chega pra lá” em Carla, e montei aquele jumento. Nossa, minha xoxota estava cheia, repleta de rola: uma rola dura, mas, ao mesmo tempo, macia. Cavalgava como uma égua, até sentir o que pensaria não acontecer: a língua de Carla percorria meu cuzinho, com muita habilidade…
– Uiii…safada…lambe meu cuzinho, porra…uiii…lambe…lambe… – dizia eu, atolada naquela rola e recebendo a língua de Carla. Logo eu gozei.

Carla, muito rápida, seminua, sentou na tora de Renato. Eu sabia que estava prestes a contemplar uma cena inesquecível: Carla, ao posicionar-se sobre a rola grossa de Renato, encontrou certa dificuldade em meter a cabeçorra da pica na xoxota. Percebi, também, que, quando ela conseguiu, sentando-se um pouco, parecia tremer. Ela é franzina, e tem uma bunda um pouco grande para o seu porte. Mas, a visão era desproporcional: a rola de Renato ficava ainda mais grossa. Carla cavalgava lentamente, e a rolona dele não entrava por inteira. Renato forçou o corpo dela para baixo, o que a fez foder loucamente:
– Aaaaiiiiiiii…porra…caralho….uf…uf…uf…porra…jumento…ufffffa…jumento…

Ela rebolava, balançando os cabelos negros e lisos, e eu a observava, numa siririca só. Que delícia de visão: o cuzinho dela piscava literalmente, ao passo das estocadas que, meu Deus, faziam muito barulho. Os lábios de sua xoxota iam e vinham, esticavam mesmo, dada a espessura da rola de Renato.

Renato a colocou de frente, ainda sentada, atolada em sua rolona. Nossa…podia sentir a respiração de Carla, e logo pude ver seu rosto lindo manifestando caretas, em meio aos gemidos: - ummm…ummmmm…ummmm…ummmm…ummmm…

Não consegui me segurar. Mamei a bucetinha de Carla. Enquanto era socada, eu mamava aquela buça cheirosa e de poucos pelos. Aproveitava, e passava a língua no saco de Renato. Depois fui ao encontro dos lábios de Carla, sugando-lhe. Que boca gostosa a dela. Perguntei-lhe: - Tá gostando do meu primo, amiga?

Ela, suando e entre caretas belíssimas (ela é muito bonita), dizia-me: - Ufff…uma delí..cia…uma delí….uf….ufffff…parece me arrebentar…é muita rola…uffff…muita….

Renato parecia espantado ou, acredito eu, estava concentrado em não gozar logo, segurando aquele leite maravilhoso.

Renato a pôs de quatro, dei uma piscadinha e ele se fez de entendido: lambia o cuzinho de Carla com muita ânsia. Eu, fui por minha xoxota para Carla lamber… ui, que gostoso.

Carla compassou as lambidas em minha xota, de forma a me olhar…até arregalar os olhos e volver o rosto em direção ao Renato: - Não…não..não…aí não…nossa…não…tá louco…aí não…

Disse a ela que relaxasse, sendo reforçada a sugestão pelo Renato: - vou meter com cuidado…
Ela quis recusar, mas convenci-a, fazendo-lhe receber aquela tora grossa no rabinho: - aiêee…devagar…. deva….aiêeee….uuuffffff…nooosssss…aiêeeee…
Carla fazia muita careta, mas não deixava de ser linda…
Renato colocou a cabeçorra do cacetão, apenas. Porque Carla não agüentava mais. Passou a socar devagar aquela cabeça que, de tanto apertado o cuzinho de Carla, quando a cabeça ia entrando, ficava explícita uma borda branca na parte que estava de fora. Nossa, que cena!

Eu bolinava Carla por baixo, e Renato não metia além da cabeça, e, ainda assim, Carla gemia alto: - uiiii…uuffff….porraaaa….grosssssaaaa…caralho de rolaa…..aiêeee….meu cuzinho…porraaaaa….
Renato começou a ofegar: era a hora do meu leite.

Goza, filho da puta, goza na minha cara… – disse-lhe. Carla logo pulou e ficou ao meu lado, esperando o gozo dele: hhuuuummm…hhummmm
– Dá leitinho…dá leitinho…porra… – dizia eu – …dá leite de pica…porra…cachorro…

Nossa! Renato tremia muito, com aquele rolão na mão, jorrando muita gala em meu rosto, e no de Carla, que dizia: - ui…safado….jumento….uiê…..nossss….. Enquanto seu rosto era banhado pela gala grossa daquela rola grossa…era muito leite de pica para as duas famintas que lá estavam. Que foda! Nossa!

Carla me dissera que estava com o cuzinho em fogo, mas que tinha adorado o Renato. Ele ainda passou muitos dias conosco, fato que deu pra articularmos outras fodas. Foi o máximo!

Depois da foda, Carla percebeu que eu queria vê-la dando o cuzinho para ele, dizendo-me: - Safada. Notei sua intenção, hein? Cavalona…


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